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quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

AS LAVADEIRAS EM SOUSA - PB

As Lavadeiras é o primeiro espetáculo do repertório Teatro MiMO. Surgiu a partir de experimentos em Mímica, Teatro Físico e Clown realizados por seus fundadores - Ana Bárbara Leite, Melissa Caminha, Paula Queiroz e Tomaz de Aquino -, durante o ano de 2008. A estreia aconteceu no Teatro dragão do Mar, em março de 2009.  

Antes de estrear como espetáculo, As Lavadeiras participou dos segunites festivais de esquetes:
- Bilu Bila - 2008 (Prêmio Grupo Revelação)
- Mostra de Esquetes do Grupo Crise (Prêmio Direção)
- Festival de Esquetes de Fortaleza (Prêmio Melhor Esquete Júri Oficial)

Com ênfase no uso do corpo, o espetáculo pretende buscar a poesia em situações inusitadas no cotidiano das lavadeiras, tentando trazer para o espectador um olhar ativo que participa do espetáculo construindo, pela imaginação, os cenários, os ambientes, as emoções e as sensações, de acordo com as técnicas e princípios da mímica, do teatro físico e do clown. 

Estaremos apresentando o espetáculo logo mais, hoje às 19h no Teatro do Centro Cultural Banco do Nordeste. E permaneceremos em cartaz nos dias 11 e 12 de janeiro de 2013.

Confira algumas fotos fresquinhas, por Leandro Gomes, da montagem, enasio técnico e preparação para o espetáculo.













domingo, 15 de abril de 2012

ABRIL com MiMO

AS LAVADEIRAS



Utilizando-se da linguagem da mímica objetiva, do teatro físico e do clown, o grupo mostra as diversas possibilidades e situações do dia a dia de três lavadeiras no resgate por um sabão. Bang-bang, perseguição e cavalaria são alguns dos motes do espetáculo que tem inspiração nos desenhos animados, sendo suas principais referências o Pica-pau, Shrek, Kung Fu Panda e Tom e Jerry.

Theatro José de Alencar - Palco Principal

Dia 20/04/2012 às 20h

R$ 20,00 e R$ 10,00

Classificação: Livre


VARRE VARRE



Varre Varre começa com o encontro de um casal de palhaços em uma praça qualquer da cidade. Da mania de limpeza do Suspiro e do desleixo de Amendoin tudo pode acontecer, desde disputas até alguns momentos de carinho e cumplicidade, os palhaços vivem intensamente a mais profunda realidade humana, a do ridículo e do absurdo da vida, na qual um simples detalhe pode transformar-se numa grande explosão de poesia, magia e sorrisos!

Assim, limpeza, sujeira, mágicas, acrobacias, flores, hipnose etc, ganham um roteiro e uma encenação própria que orientam a exploração dos palhaços na discussão sobre temas como a Educação Ambiental e a Higiene Pessoal. Desses assuntos, criam-se performances para a rua com o jogo do palhaço e a relação com o público, auxiliados pelas técnicas do clown e da mímica.


Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura - Palco sob a passarela

Sábados de Abril sempre às 19h

Gratuito

Classificação: Livre

domingo, 4 de março de 2012

MOSTRA REPERTÓRIO TEATRO MiMO





ESPETÁCULOS



Mulieres é um espetáculo que versa sobre o feminino, mas não sobre delicadeza. Em Mulieres, temos uma tribo de “amazonas-orientais” com rituais próprios, norteadas pela deusa Aranha, responsável por fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos os indivíduos. O espetáculo tem como ponto de partida a dramaturgia corporal, propondo um espetáculo imagético a partir da mímica, teatro físico, acrobacia e yôga.




Varre Varre começa com o encontro de um casal de palhaços em uma praça da cidade. Da mania de limpeza de Suspiro e do desleixo de Amendoim tudo pode acontecer, assim, limpeza, sujeira, mágicas, acrobacias e hipnose, ganham um roteiro e uma encenação que orientam a exploração dos palhaços, desde disputas até alguns momentos de carinho e cumplicidade, auxiliados pelas técnicas do clown e da mímica.



Utilizando-se da linguagem da mímica objetiva, do teatro físico e do clown, o grupo mostra as diversas possibilidades e situações do dia a dia de três lavadeiras no resgate por um sabão. Bang-bang, perseguição e cavalaria são alguns dos motes do espetáculo que tem inspiração nos desenhos animados, sendo suas principais referências o Pica-pau, Shrek, Kung Fu Panda e Tom e Jerry.


AÇÃO FORMATIVA




A demonstração técnica abordará o processo de treino do Teatro MiMO, por meio de alguns dos exercícios que o grupo treina: rítmicos, aeróbicos, de resistência física e técnicos, sobretudo na arte da mímica, levando ao público os resultados de suas investigações e a desmontagem do espetáculo Mulieres. Essa atividade tem a duração de 90min.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

REPERTÓRIO MiMO



Vem aí: MOSTRA REPERTÓRIO TEATRO MiMO


Espetáculos:

MULIERES - Dias 15,16 e 17 às 20h. Palco Principal.

VARRE VARRE - Dias 22 e 23 às 16h. Pátio Externo.

AS LAVADEIRAS - Dias 29 e 30 às 20h. Sala de Teatro Nadir Sabóia.


Ação formativa

OFICINA DE MÍMICA - Dias 06, 07, 08, 09 e 10 às 18h. Sala de Dança.

DEMONSTRAÇÃO TÉCNICA - Dias 27 às 9h e dia 28 às 19h. Sala de Dança.


Oficina de Mímica com o Teatro MiMo




O teatro MiMO abre inscrições para a Oficina de Mímica a ser realizada de 06 a 10 de março das 18h às 21h no Theatro José de Alencar, Sala de Dança.

Para se inscrever, o participante deve enviar um e-mail para contato@atoemcena.com.br e solicitar a ficha de incrição. Ao todo serão 30 vagas.

PS: Ultrapassando o número de inscrições, realizaremos uma seleção por meio de uma mini carta de intenção anexada a própria ficha de inscrição.


Sobre a Oficina:

A oficina pretende trazer ao participante um panorama histórico-prático da evolução da mímica, partindo da Mímica Clássica e chegando à Mímica Contemporânea ou Teatro Físico, a fim de refletir sobre a comunicação através do corpo, com ênfase no silêncio.

Através da mímica o ator entra em contato com uma metodologia de exercícios corporais que apontam para o treino da improvisação, do atuar no presente, do viver a vida em sua plenitude. A mímica traz, em seu movimento histórico, a construção de um pensamento filosófico de afirmação da vida, a partir do desenvolvimento de uma intensa consciência corporal.

Através de exercícios, jogos e brincadeiras teatrais, pretende-se introduzir o participante no mundo da mímica, e assim refletir também sobre o processo de formação do ator, com ênfase no gesto e no silêncio enquanto elemento de comunicação essencial na arte e na vida.

ACOMPANHE O BLOG E FIQUE SABENDO MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A MOSTRA REPERTÓRIO.

domingo, 15 de maio de 2011

SAKURA MATSURI: O JARDIM DAS CEREJEIRAS

Dia 10/08/11 apresentaremos no VIII Fecta a partir das 18h no Teatro Dragão do Mar.
Aguardamos sua presença.

Sakura Matsuri: O Jardim das Cerejeiras é um experimento que fala de vida e das relações que a perpassam, as marcas que ficam, a porosidade perdida nos dias de corrida pela vida capital, a efemeridade das relações que deixam de ser afetivas, a metáfora cíclica da vida, do homem e sua passagem sobre a terra, suas contribuições para o planeta, o eterno retorno, o devir, as relações sociais, políticas e culturais que traçamos nas nossas 650 mil horas estimadas de vida.

O experimento é composto de três quadros: a criação do mundo, a travessia e o jardim de cerejeiras, e nele versamos sobre o surgimento do mundo e o eterno ciclo de passagens do que se faz presente no efêmero das relações: passam as alegrias, as tristezas, as conquistas, os amores, as pessoas, o vivo e o não-vivo, e ao mesmo tempo que tudo se faz passagem, tudo se faz permanência.


O JARDIM DE CEREJEIRAS














A TRAVESSIA








A CRIAÇÃO DO MUNDO



Fotos: Tayana Tavares


PRÊMIOS

Melhor esquete juri oficial
Melhor esquete juri popular
Melhor direção
Melhor maquiagem
Melhor figurino
Prêmio especial de pesquisa de linguagem

INDICAÇÕES

Sonoplastia
Iluminação

PARTICIPANTES

B. Leite
Fatima Muniz
Felipe Abreu
Geane Albuquerque
Gorete Smarandescu
Imaculada Gadelha
Jonathan Pessoa
Marisa Carvajo
Maurileni Moreira
Rafaela Diógenes
Renata Oliveira
Tomaz de Aquino
Victor Hugo Portela

Agradecemos a todos que contribuíram direta e indiretamente com o processo. Principalmente a Bruno Lobo, David Limaverde e Mônica Marçal. Nosso muito obrigado!

quarta-feira, 30 de março de 2011

CIRCULAR

PARTICULAR - UNIVERSAL

SEM NOME



O encontro de hoje do projeto Poetizando as Mímicas do Corpo foi bastante instigante, dialogamos sobre as questões que durante essas semanas nos instiga. Falamos da do não-lugar, da poética do espaço, da totalidade, do holárquico e de butoh.

Cíclico.

Circular.

IDA - Rua Padre Ibiapina / Avenida do Imperador / Avenida Domingos Olimpio / Rua Tereza Cristina / Avenida Treze de Maio (Reitoria UFC , CEFET, 23 BC, Igreja de Fátima , ao lado Hospital Antonio Prudente ) / Avenida Pontes Vieira / Avenida Barão de Studart / Avenida Antonio Sales (Canal 10, Praça da Imprensa) / Rua Leonardo Mota / Avenida Desembargador Moreira, Náutico. VOLTA - Náutico, Avenida Desembargador Moreira / Avenida Abolição / Historiador Raimundo Girão / Rua Pessoa Anta / Avenida Alberto Nepomuceno (10 Região Militar) / Rua João Moreira ( Passeio Publico , Santa Casa, Praça da Estação ) / Rua Guilherme Rocha (Liceu do Ceara, Corpo de Bombeiro) / Avenida Filomeno Gomes / Rua Carneiro da Cunha ( Senai ) / Rua Padre Ibiapina.



Circular. Voltar ao mesmo ponto. Uma modificação. Modificações. Corpos em transe. Transeuntes. Contato-improvisação. Coletivo. Universo particular no coletivo. Universos particulares que se encontram, convergem, mesmo que inconsciente, e constroem uma bioesfera, uma macro esfera, o Universo. Universal. Do mergulho interno, do particular, de lá de dentro, você vai lá para fora, para o todo. Totalidade. Autencidade.




Uma pergunta paira no ar: o que estamos fazendo (ou nos propondo) é Butoh? Há a real necessidade de nomear? Continuaremos chamando de PseudoButoh (nós do MiMO)[1]? Daremos outro nome (Poéticas e MiMO)? Quem sabe, BeachButoh, DunasButoh, AldeotaButoh, ViaSulButoh, BeiraMarButoh, IracemaButoh ou AgresteButoh, FomeButoh, BuracosButoh, ProstituiçãoInfantilButoh, MisériaButoh, TitanzinhoButoh, MiranteButoh, CrackButoh e outros Butoh’s que possam surgir em meio aos gritos particulares-universais do ser humano. O arquétipo.

Partimos então nas nossas discussões de um Butoh como não técnica, mas como uma dança pessoal, uma dança do agora, do momento, você pega o que tem dentro e externaliza, mas o que tem dentro vem do externo: a fome, a dor, a agonia, a morte, a esperança, a vida que é intrínseca à humanidade.



Retomando a citação de Decroux[2] no post da Rafa: “ (...) é o corpo que tem que pagar, é o corpo que conta, que provê, que sofre. E quando eu vejo um corpo se levantar, eu sinto que é a humanidade que está se levantando”. Percebemos nas palavras do criador da MCD que a mesma parte do drama humano pessoal, dos dramas pessoais, da sua dança pessoal, da sua metáfora com seus fantasmas e abre para o mundo, para a humanidade, na subjetividade, pois o drama pessoal é tirado a partir do drama humano, do Macro. Particular[3]-Universal.



Contemplemos![4]



[1] PseudoButoh foi o nome dado, sugerido, enfim, um nome para identificar uma qualidade estética que se assemelhava a estética do Butoh que o Teatro MiMO percebeu nas montagens dos espetáculos AS LAVADEIRAS e MULIERES. No primeiro espetáculo esta qualidade surgiu a partir de experiências com a Mímica Subjetiva, no segundo, com o Treinamento Energético. Hoje, o grupo experiencia a fusão desses treinamentos e juntamente com o, Poéticas do Corpo, estão na busca do SEM NOME.


[2] A origem da Mímica Corporal: uma entrevista com Etienne Decroux por Thomas Leabhart. Trad.: George Mascarenhas. In: A mímica Corporal Dramática no Brasil e o legado de Etienne Decroux. Projeto Mímicas, Caderno 1: 2009.

[3] Não confundir particular com individualidade.

[4] Fotos: Circular, Hijikata, Ohno, Ashikawa, Takenouchi, Endo, Aki Suzuki, Ken Mai, Val Rai, Circular.

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Confira as outras provocações em: http://umnaolugarnatural.blogspot.com