quinta-feira, 10 de janeiro de 2013
AS LAVADEIRAS EM SOUSA - PB
domingo, 15 de abril de 2012
ABRIL com MiMO
AS LAVADEIRAS

Utilizando-se da linguagem da mímica objetiva, do teatro físico e do clown, o grupo mostra as diversas possibilidades e situações do dia a dia de três lavadeiras no resgate por um sabão. Bang-bang, perseguição e cavalaria são alguns dos motes do espetáculo que tem inspiração nos desenhos animados, sendo suas principais referências o Pica-pau, Shrek, Kung Fu Panda e Tom e Jerry.
Theatro José de Alencar - Palco Principal
Dia 20/04/2012 às 20h
R$ 20,00 e R$ 10,00
Classificação: Livre
VARRE VARRE
Varre Varre começa com o encontro de um casal de palhaços em uma praça qualquer da cidade. Da mania de limpeza do Suspiro e do desleixo de Amendoin tudo pode acontecer, desde disputas até alguns momentos de carinho e cumplicidade, os palhaços vivem intensamente a mais profunda realidade humana, a do ridículo e do absurdo da vida, na qual um simples detalhe pode transformar-se numa grande explosão de poesia, magia e sorrisos!
Assim, limpeza, sujeira, mágicas, acrobacias, flores, hipnose etc, ganham um roteiro e uma encenação própria que orientam a exploração dos palhaços na discussão sobre temas como a Educação Ambiental e a Higiene Pessoal. Desses assuntos, criam-se performances para a rua com o jogo do palhaço e a relação com o público, auxiliados pelas técnicas do clown e da mímica.
Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura - Palco sob a passarela
Sábados de Abril sempre às 19h
Gratuito
Classificação: Livre
domingo, 4 de março de 2012
MOSTRA REPERTÓRIO TEATRO MiMO
Mulieres é um espetáculo que versa sobre o feminino, mas não sobre delicadeza. Em Mulieres, temos uma tribo de “amazonas-orientais” com rituais próprios, norteadas pela deusa Aranha, responsável por fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos os indivíduos. O espetáculo tem como ponto de partida a dramaturgia corporal, propondo um espetáculo imagético a partir da mímica, teatro físico, acrobacia e yôga.
Varre Varre começa com o encontro de um casal de palhaços em uma praça da cidade. Da mania de limpeza de Suspiro e do desleixo de Amendoim tudo pode acontecer, assim, limpeza, sujeira, mágicas, acrobacias e hipnose, ganham um roteiro e uma encenação que orientam a exploração dos palhaços, desde disputas até alguns momentos de carinho e cumplicidade, auxiliados pelas técnicas do clown e da mímica.
Utilizando-se da linguagem da mímica objetiva, do teatro físico e do clown, o grupo mostra as diversas possibilidades e situações do dia a dia de três lavadeiras no resgate por um sabão. Bang-bang, perseguição e cavalaria são alguns dos motes do espetáculo que tem inspiração nos desenhos animados, sendo suas principais referências o Pica-pau, Shrek, Kung Fu Panda e Tom e Jerry.
AÇÃO FORMATIVA

A demonstração técnica abordará o processo de treino do Teatro MiMO, por meio de alguns dos exercícios que o grupo treina: rítmicos, aeróbicos, de resistência física e técnicos, sobretudo na arte da mímica, levando ao público os resultados de suas investigações e a desmontagem do espetáculo Mulieres. Essa atividade tem a duração de 90min.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
REPERTÓRIO MiMO
Espetáculos:
MULIERES - Dias 15,16 e 17 às 20h. Palco Principal.
VARRE VARRE - Dias 22 e 23 às 16h. Pátio Externo.
AS LAVADEIRAS - Dias 29 e 30 às 20h. Sala de Teatro Nadir Sabóia.
Ação formativa
OFICINA DE MÍMICA - Dias 06, 07, 08, 09 e 10 às 18h. Sala de Dança.
DEMONSTRAÇÃO TÉCNICA - Dias 27 às 9h e dia 28 às 19h. Sala de Dança.
Oficina de Mímica com o Teatro MiMo
O teatro MiMO abre inscrições para a Oficina de Mímica a ser realizada de 06 a 10 de março das 18h às 21h no Theatro José de Alencar, Sala de Dança.
Para se inscrever, o participante deve enviar um e-mail para contato@atoemcena.com.br e solicitar a ficha de incrição. Ao todo serão 30 vagas.
PS: Ultrapassando o número de inscrições, realizaremos uma seleção por meio de uma mini carta de intenção anexada a própria ficha de inscrição.
Sobre a Oficina:
A oficina pretende trazer ao participante um panorama histórico-prático da evolução da mímica, partindo da Mímica Clássica e chegando à Mímica Contemporânea ou Teatro Físico, a fim de refletir sobre a comunicação através do corpo, com ênfase no silêncio.
Através da mímica o ator entra em contato com uma metodologia de exercícios corporais que apontam para o treino da improvisação, do atuar no presente, do viver a vida em sua plenitude. A mímica traz, em seu movimento histórico, a construção de um pensamento filosófico de afirmação da vida, a partir do desenvolvimento de uma intensa consciência corporal.
Através de exercícios, jogos e brincadeiras teatrais, pretende-se introduzir o participante no mundo da mímica, e assim refletir também sobre o processo de formação do ator, com ênfase no gesto e no silêncio enquanto elemento de comunicação essencial na arte e na vida.

ACOMPANHE O BLOG E FIQUE SABENDO MAIS INFORMAÇÕES SOBRE A MOSTRA REPERTÓRIO.
domingo, 15 de maio de 2011
SAKURA MATSURI: O JARDIM DAS CEREJEIRAS


quarta-feira, 30 de março de 2011
CIRCULAR
PARTICULAR - UNIVERSAL
SEM NOME

O encontro de hoje do projeto Poetizando as Mímicas do Corpo foi bastante instigante, dialogamos sobre as questões que durante essas semanas nos instiga. Falamos da do não-lugar, da poética do espaço, da totalidade, do holárquico e de butoh.
Cíclico.
Circular.
IDA - Rua Padre Ibiapina / Avenida do Imperador / Avenida Domingos Olimpio / Rua Tereza Cristina / Avenida Treze de Maio (Reitoria UFC , CEFET, 23 BC, Igreja de Fátima , ao lado Hospital Antonio Prudente ) / Avenida Pontes Vieira / Avenida Barão de Studart / Avenida Antonio Sales (Canal 10, Praça da Imprensa) / Rua Leonardo Mota / Avenida Desembargador Moreira, Náutico. VOLTA - Náutico, Avenida Desembargador Moreira / Avenida Abolição / Historiador Raimundo Girão / Rua Pessoa Anta / Avenida Alberto Nepomuceno (10 Região Militar) / Rua João Moreira ( Passeio Publico , Santa Casa, Praça da Estação ) / Rua Guilherme Rocha (Liceu do Ceara, Corpo de Bombeiro) / Avenida Filomeno Gomes / Rua Carneiro da Cunha ( Senai ) / Rua Padre Ibiapina.


Circular. Voltar ao mesmo ponto. Uma modificação. Modificações. Corpos em transe. Transeuntes. Contato-improvisação. Coletivo. Universo particular no coletivo. Universos particulares que se encontram, convergem, mesmo que inconsciente, e constroem uma bioesfera, uma macro esfera, o Universo. Universal. Do mergulho interno, do particular, de lá de dentro, você vai lá para fora, para o todo. Totalidade. Autencidade.
Uma pergunta paira no ar: o que estamos fazendo (ou nos propondo) é Butoh? Há a real necessidade de nomear? Continuaremos chamando de PseudoButoh (nós do MiMO)[1]? Daremos outro nome (Poéticas e MiMO)? Quem sabe, BeachButoh, DunasButoh, AldeotaButoh, ViaSulButoh, BeiraMarButoh, IracemaButoh ou AgresteButoh, FomeButoh, BuracosButoh, ProstituiçãoInfantilButoh, MisériaButoh, TitanzinhoButoh, MiranteButoh, CrackButoh e outros Butoh’s que possam surgir em meio aos gritos particulares-universais do ser humano. O arquétipo.
Partimos então nas nossas discussões de um Butoh como não técnica, mas como uma dança pessoal, uma dança do agora, do momento, você pega o que tem dentro e externaliza, mas o que tem dentro vem do externo: a fome, a dor, a agonia, a morte, a esperança, a vida que é intrínseca à humanidade.



Retomando a citação de Decroux[2] no post da Rafa: “ (...) é o corpo que tem que pagar, é o corpo que conta, que provê, que sofre. E quando eu vejo um corpo se levantar, eu sinto que é a humanidade que está se levantando”. Percebemos nas palavras do criador da MCD que a mesma parte do drama humano pessoal, dos dramas pessoais, da sua dança pessoal, da sua metáfora com seus fantasmas e abre para o mundo, para a humanidade, na subjetividade, pois o drama pessoal é tirado a partir do drama humano, do Macro. Particular[3]-Universal.

[1] PseudoButoh foi o nome dado, sugerido, enfim, um nome para identificar uma qualidade estética que se assemelhava a estética do Butoh que o Teatro MiMO percebeu nas montagens dos espetáculos AS LAVADEIRAS e MULIERES. No primeiro espetáculo esta qualidade surgiu a partir de experiências com a Mímica Subjetiva, no segundo, com o Treinamento Energético. Hoje, o grupo experiencia a fusão desses treinamentos e juntamente com o, Poéticas do Corpo, estão na busca do SEM NOME.
[2] A origem da Mímica Corporal: uma entrevista com Etienne Decroux por Thomas Leabhart. Trad.: George Mascarenhas. In: A mímica Corporal Dramática no Brasil e o legado de Etienne Decroux. Projeto Mímicas, Caderno 1: 2009.
[3] Não confundir particular com individualidade.
[4] Fotos: Circular, Hijikata, Ohno, Ashikawa, Takenouchi, Endo, Aki Suzuki, Ken Mai, Val Rai, Circular.
























