terça-feira, 13 de abril de 2010

Intensidade

"Dizem que a arte, e o teatro dentro dela, dentre muitas outras coisas, é transformadora. Pra mim, o processo de “Mulieres” foi a prova prática disso. Além da beleza e intensidade inerentes a processos de montagem, ele acabou sendo ainda mais marcante e poético por ter sido também um processo de construção, reconhecimento e amadurecimento pessoal, corporal, emocional e afetivo. Os laços criados por vermos os mesmo rostos durante 15 a 20 horas semanais num contexto tão bonito e intenso amarraram a gente quase que num nó cego. Foi um processo de dentro pra fora - antes de chegar lá fora, deve-se explorar lá dentro. Pra mim o mais marcante no processo foi isso, nem tanto a prática e avanço corporal, que é a origem e base desse trabalho partindo da mímica, mas sem querer desmerecer essa prática, que é o grande estímulo do grupo e que também nos proporciona experiencias maravilhosas, o processo foi bem além disso: foi de exploração das motivações, limitações, condições e possibilidades interiores. É um mundo tão vasto, tanto esse de dentro, quanto o mundo de possibilidades que o corpo físico nos permite, que eu reconheço que esses meses, apesar de intensos e sacrificantes, porém extremamente prazerosos e gratificantes, foram só a pontinha do iceberg. Acho que mesmo em anos e anos de treino e pesquisa, nunca seremos capazes de desvendar toda a área e segredos do iceberg, mas fico feliz em tentar desvendar o máximo que eu puder, de preferência com essas pessoas."




Rafaela Diógenes
Atriz

segunda-feira, 12 de abril de 2010
















Fotos: Lima Filho

domingo, 11 de abril de 2010

Sinopse

MULIERES é um espetáculo que versa sobre o feminino, mas não sobre delicadeza. Em MULIERES, temos uma tribo de “amazonas-orientais” com rituais próprios, norteadas pela deusa Aranha, responsável por fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos os indivíduos.

Após seu nascimento, Okina perde-se na floresta e é resgatada pela rainha que a leva para a tribo. Em meio a ritos de passagens – batizado, puberdade, acasalamento etc – Okina vai seguindo seu destino e quebrando os dogmas dessa sociedade de mulheres.

MULIERES tem como ponto de partida a dramaturgia corporal, propondo um espetáculo imagético a partir da mímica, teatro físico, acrobacia e yôga.

sábado, 10 de abril de 2010












Fotos: Lima Filho

quinta-feira, 8 de abril de 2010

A Montagem

"Dizer que MULIERES surgiu da necessidade em abordar a questão da feminilidade recorrente na contemporaneidade não seria uma afirmação coerente para o Teatro MiMO. O espetáculo que fala de mulheres surgiu pelo fato do grupo ter sido inicialmente composto por 3 atrizes. E a partir disto, foi que nasceu a vontade de realizar uma montagem na qual as personagens fossem todas mulheres.

MULIERES é um espetáculo que versa sobre o feminino, mas não sobre delicadeza. Em MULIERES temos uma tribo de guerreiras, talvez amazonas, ou algumas remanescentes da ilha de Lesbos. Temos gueixas, temos moiras, temos deusas, temos essas energias. Enfim, temos arquétipos para falar de mulheres.

A base do nosso trabalho esta apoiada na Mímica e suas vertentes, não deixando de lado o gênero da pantomima. Especificamente, MULIERES está mais voltada para o treinamento físico, sendo mais focada a Mímica Contemporânea.

Pretendemos levar ao público um espetáculo de imagens corporais inspiradas na cultura oriental. Não é uma montagem oriental, o oriente serviu apenas como mote para compor a tribo de mulheres guerreiras em uma sociedade repleta de tradições e rituais. Assim, o grupo criou seus próprios códigos, mantras, mudras e rituais.

Tomaz de Aquino
Diretor

quarta-feira, 7 de abril de 2010








Fotos: Lima Filho

terça-feira, 6 de abril de 2010

Ficha Técnica

Argumento e Direção - Tomaz de Aquino
Criação - O Grupo
Produção - Ato Produção e Marketing Cultural

Elenco - Ana Bárbara Leite
Bruno Lobo
Felipe Abreu
Jonathan Pessoa
Rafaela Diógenes
Marisa Carvajo

Direção Musical - Simone Sousa
Coreografia - Andréia Pires
Figurino – Gil
Costureiras – Julieta Braga e Luiza Gomes
Cenário e Maquiagem - Tomaz de Aquino
Iluminação - Walter Façanha
Operação de luz - Bio Falcão
Operação de som – Renata Oliveira
Contra-regragem – Rogério Barreto, Guily Frosttt, Diego Salvador
Fotos e Design Gráfico - Darwin Marinho

Preparações Técnicas:
Corporal e mímica - Tomaz de Aquino
Contato e Improvisação - Ana Bárbara Leite
Clown - Melissa Caminha
Circo - Felipe Abreu
Yôga - Jayron C. Rodrigues
Katás - Allan Diniz
Balé Clássico - Eveline Nogueira
Vocal - Simone Sousa

Realização - Teatro MiMO
Duração - 60 min.
Classificação – 12 anos

segunda-feira, 5 de abril de 2010










Fotos: Lima Filho

domingo, 4 de abril de 2010

Comentários

"olá, MIMO!
aqui é rodrigo.
ontem vi a apresentação do espetáculo MULIERES e me deu vontade de escrever uma mensagem pra vocês.

fico muito satisfeito quando uma narrativa me transporta para um lugar que nunca estive. e MULIERES fez isso comigo. gosto de me sentir levado pela narrativa mesmo se não entendo sua língua, ou mesmo se não me identifico, de pronto, com a linguagem adotada. o grande lance aqui é declarar o quanto o espetáculo me tocou e o quanto gostei dele ter me oferecido um ambiente novo, uma série de sons novos e movimentos novos. gostei de estar ali (não só no teatro, mas na floresta) e de acompanhar de perto a saga de okina e sua gente.

parabéns MIMO pela poesia que criaram com MULIERES.

vida longa.

abraço,
rodrigo
tembiu.pro.br"

Rodrigo Oliveira
Musicista e Produtor






"Meu amor, minha vida, meu grande amigo, companheiro e parceiro de tudo no mundo. Como te admiro e torço por teu sucesso, o aniversário é seu, mas foi vc quem me deu de presente aquela maravilhosa sensação ao ver teu espetáculo. Nossa estão todos lindos e profissionais. Axé e muito sucesso."


Silvero Pereira

Ator e Diretor





"essa semana é só de parabens para vc.......duas vezes parabens uma pelo belissimo espetáculo que você deu ao ceará e outro pelo seu aniversário....beijão amigo!"


Rafael Silva


Ator

segunda-feira, 6 de julho de 2009

VARRE VARRE PALHACINHAS

Temporada Programa Ato Compacto
Centro Cultural Banco do Nordeste


Dia 03/07 - Praça José de Alencar
Dia 10/07 - Praça do Ferreira
Dia 17/07 - Praça dos Leões
Dia 31/07 - Praça do Passeio Público



Sempre às 16h
Classificação: Livre
Acesso Livre




Varre varre palhacinhas começa com o encontro entre duas palhaças numa praça qualquer da cidade. No encontro de Lavandinha e Sonim tudo pode aparecer e acontecer. Entre tapas e beijos, as amigas palhaças vivem intensamente a mais profunda realidade humana...a do ridículo e do absurdo da vida, na qual um simples detalhe pode transformar-se numa grande explosão de poesia, magia e sorrisos!


Assim, limpeza, sujeira, piolho, mosca, flores, mágica, hipnose, cabelo etc, ganham um roteiro e uma encenação própria que orientam a exploração dos palhaços. Desses assuntos, criam-se performances para a rua com o jogo do palhaço e a relação com o público, auxiliados pelas técnicas do clown, da mímica e do teatro físico.



Do jogo cúmplice da dupla, aberto à improvisação, são provocadas surpresas e situações inusitadas que só poderiam acontecer naquele dia, naquela hora, naquele lugar e daquele jeito. Varre varre palhacinhas faz da rua o ponto de encontro, e do tema simples, um ponto de abertura para a criação e a investigação da subjetividade do artista em contato com o público.


Ficha Técnica








CRIAÇÃO & ELENCO:
ANA BÁRBARA LEITE
MELISSA CAMINHA

STAND BY:
RAFAELA DIÓGENES

DIREÇÃO E PRODUÇÃO:
TOMAZ DE AQUINO

ASSISTENTE DE DIREÇÃO E PRODUÇÃO:
PAULA QUEIROZ

PREPARAÇÃO CORPORAL E MÍMICA:
TOMAZ DE AQUINO

PREPARAÇÃO EM CLOWN:
MELISSA CAMINHA

FOTOGRAFIA:
RAFAELA DIÓGENES
TOMAZ DE AQUINO

REALIZAÇÃO:
TEATRO MIMO

CLASSIFICAÇÃO:
LIVRE