sábado, 28 de janeiro de 2012

Treinos e ensaios



O teatro MiMO, em março, estará realizando Mostra Repertório no Theatro José de Alencar, com apoio do Edital Prêmio das Artes 2010 da SECULTFOR.

A mostra conta com a apresentação dos espetáculos: As Lavadeiras, Mulieres e Varre Varre. Também faz parte da mostra uma ação formativa composta por uma oficina de mímica e duas demonstrações técnicas.

Em breve mais informações.




Acompanhem os treinos e ensaios do grupo com os dois novos integrantes: Fátima Muniz e Kardec Miramez.

AS LAVADEIRAS












MULIERES













domingo, 2 de outubro de 2011

Outubro com MiMO

Sakura Matsuri – O Jardim das Cerejeiras


O espetáculo é composto de quadros fragmentados seguindo uma dramaturgia fragmentada: a criação do mundo, a travessia, o jardim de cerejeiras e a colheita e nele versamos sobre o surgimento do mundo e o eterno ciclo de passagens do que se faz presente no efêmero das relações: passam as alegrias, as tristezas, as conquistas, os amores, as pessoas, o vivo e o não-vivo, e ao mesmo tempo que tudo se faz passagem, tudo se faz permanência.

Às 20h dia 12/10 no VII Festival de Teatro de Fortaleza

Teatro SESC Emiliano Queiroz sextas no Teatro da Praia.

Varre varre

Varre Varre faz da rua o ponto de encontro, e do tema simples, um ponto de abertura para a criação e a investigação da subjetividade do artista em contato com o público. Do jogo cúmplice da dupla, aberto à improvisação, são provocadas surpresas e situações inusitadas, assim, limpeza, sujeira, piolho, mosca, flores, mágica, hipnose, torta na cara, conselhos, copo de água, cabelo etc, ganham um roteiro e uma encenação própria que orientam a exploração dos palhaços que se utilizam do jogo com a mímica.




CENTRO CULTURAL BANCO DO NORDESTE
PROGRAMA ARTE RETIRANTE

Dia 07/10 às 17h - Praça José de Alencar
Dia 16/10 às 17h - Parque Rio Branco
Dia 21/10 às 17h - Praça José de Alencar
Dia 28/10 às 17h - Praça do BNB




Mulieres

Mulieres é um espetáculo que versa sobre o feminino, mas não sobre delicadeza. Em mulieres, temos uma tribo de “amazonas-orientais” com rituais próprios, norteadas pela deusa Aranha, responsável por fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos os indivíduos. Após seu nascimento, Okina perde-se na floresta e é resgatada pela rainha que a leva para a tribo. Em meio a ritos de passagens – puberdade, acasalamento etc – Okina vai seguindo seu destino e quebrando os dogmas dessa sociedade de mulheres. O espetáculo tem como ponto de partida a dramaturgia corporal, propondo um espetáculo imagético a partir da mímica, teatro físico, acrobacia e yôga.

CENTRO CULTURAL BANCO DO NORDESTE CARIRI

Dias 13/10 e 14/10 às 19h30 - Teatro BNB Cariri

Dia 15/10 às 19h - Teatro SESC Patativa do Assaré

SAKURA MATSURI - O JARDIM DAS CEREJEIRAS

Felicidade!
O que o homem esta fazendo com sua felicidade?
Quais proteções criamos para com o outro?
As relações. A cidade. O Homem. A natureza. O humano.
Um grito de socorro.

Alguns vídeos sobre o Sakura Matsuri








quinta-feira, 1 de setembro de 2011

Setembro com MiMO

Sakura Matsuri – O Jardim das Cerejeiras


O esquete é composto de três quadros: a criação do mundo, a travessia e o jardim de cerejeiras, e nele versamos sobre o surgimento do mundo e o eterno ciclo de passagens do que se faz presente no efêmero das relações: passam as alegrias, as tristezas, as conquistas, os amores, as pessoas, o vivo e o não-vivo, e ao mesmo tempo que tudo se faz passagem, tudo se faz permanência.

Sempre às 19h das sextas no Teatro da Praia.


Mulieres

Mulieres é um espetáculo que versa sobre o feminino, mas não sobre delicadeza. Em mulieres, temos uma tribo de “amazonas-orientais” com rituais próprios, norteadas pela deusa Aranha, responsável por fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos os indivíduos. Após seu nascimento, Okina perde-se na floresta e é resgatada pela rainha que a leva para a tribo. Em meio a ritos de passagens – puberdade, acasalamento etc – Okina vai seguindo seu destino e quebrando os dogmas dessa sociedade de mulheres. O espetáculo tem como ponto de partida a dramaturgia corporal, propondo um espetáculo imagético a partir da mímica, teatro físico, acrobacia e yôga.

Sempre às 20h das terças no Teatro Dragão do Mar


A Incrível história do Poste que virou Árvore

A performance-vivência 'A Incrível História do Poste que Virou Árvore' é fruto da colaboração entre os grupos poéticas do corpo e teatro mimo (CE). Os dois grupos discutem caminhos que conectam o desenvolvimento integral do ser, e seu pertencimento, à totalidade através de experimentações estéticas de butoh e mímica corporal em contextos de não-lugares. A performance-vivência é um 'work-in-progress' de rua sobre o natural, o urbano, a afetividade, a midiatização, a arte, a vida e 'o que nao se dá nome' - um mosaico (segmentado mas complementar) sendo pensado numa cidade reinventada, religada ao todo.

Praça do Liceu do Ceará às 10h do dia 17

Av. Beira Mar em frente ao Náutico às 17h do dia 18

Praça da Igreja Redonda às 19h do dia 21

Praça da Igreja Matriz de Messejana às 10h do dia 24


Teaser:

domingo, 15 de maio de 2011

SAKURA MATSURI: O JARDIM DAS CEREJEIRAS

Dia 10/08/11 apresentaremos no VIII Fecta a partir das 18h no Teatro Dragão do Mar.
Aguardamos sua presença.

Sakura Matsuri: O Jardim das Cerejeiras é um experimento que fala de vida e das relações que a perpassam, as marcas que ficam, a porosidade perdida nos dias de corrida pela vida capital, a efemeridade das relações que deixam de ser afetivas, a metáfora cíclica da vida, do homem e sua passagem sobre a terra, suas contribuições para o planeta, o eterno retorno, o devir, as relações sociais, políticas e culturais que traçamos nas nossas 650 mil horas estimadas de vida.

O experimento é composto de três quadros: a criação do mundo, a travessia e o jardim de cerejeiras, e nele versamos sobre o surgimento do mundo e o eterno ciclo de passagens do que se faz presente no efêmero das relações: passam as alegrias, as tristezas, as conquistas, os amores, as pessoas, o vivo e o não-vivo, e ao mesmo tempo que tudo se faz passagem, tudo se faz permanência.


O JARDIM DE CEREJEIRAS














A TRAVESSIA








A CRIAÇÃO DO MUNDO



Fotos: Tayana Tavares


PRÊMIOS

Melhor esquete juri oficial
Melhor esquete juri popular
Melhor direção
Melhor maquiagem
Melhor figurino
Prêmio especial de pesquisa de linguagem

INDICAÇÕES

Sonoplastia
Iluminação

PARTICIPANTES

B. Leite
Fatima Muniz
Felipe Abreu
Geane Albuquerque
Gorete Smarandescu
Imaculada Gadelha
Jonathan Pessoa
Marisa Carvajo
Maurileni Moreira
Rafaela Diógenes
Renata Oliveira
Tomaz de Aquino
Victor Hugo Portela

Agradecemos a todos que contribuíram direta e indiretamente com o processo. Principalmente a Bruno Lobo, David Limaverde e Mônica Marçal. Nosso muito obrigado!

domingo, 8 de maio de 2011

Estreia - SAKURA MATSURI: O JARDIM DAS CEREJEIRAS

O esquete é composto de três quadros: a criação do mundo, a travessia e o jardim de cerejeiras, e nele versamos sobre o surgimento do mundo e o eterno ciclo de passagens do que se faz presente no efêmero das relações: passam as alegrias, as tristezas, as conquistas, os amores, as pessoas, o vivo e o não-vivo, e ao mesmo tempo que tudo se faz passagem, tudo se faz permanência.

Como prática recorrente, a troca com outros artistas, o MiMO, nesse processo conta a participação do grupo de pesquisa e experimentação do IFCE, Poéticas do Corpo, grupo vinculado ao CNPQ, sob a orientação da Profa. Dra. Mônica Marçal. O Poéticas esta representado pelas alunas Maurileni Moreira e Imaculada Gadelha.

Constituindo ainda as trocas, participam do processo, os atores Goreti Smarandescu, Geane Albuquerque, Fátima Muniz e Victor Hugo Portela. Segue um breve release do experimento.

Contamos também com a colaboração do ator/performer David Limaverde, também integrante do Grupo Poéticas do Corpo, com suas pesquisas sobre o Butoh e o Land Movement.


SERVIÇO

Dia 10/05/11 no XV Fesfort - Festival de Esquetes de Fortaleza

Local: SESC/SENAC Iracema (ao lado do Dragão do Mar)

Horário: a partir das 19h.

Apoio: IFCE e Edital de intercâmbio entre grupos de Teatro da PMF.







Fotos do processo.

segunda-feira, 2 de maio de 2011

Mimo em processo - SAKURA MATSURI: O JARDIM DAS CEREJEIRAS

Surgido a partir dos treinos em mímica subjetiva, treinamento energético, e a dança-teatro butoh, Sakura Matsuri: O Jardim das cerejeiras enfatiza o trabalho corporal dos atores/performers na fruição de uma dramaturgia corporal e na descoberta de uma qualidade "corpo-tônica-energética" observada em cada uma das linguagens acima citadas, para se debruçar sobre a efemeridade de todas as coisas que perpassam o mundo, desta forma, o esquete é um resultado prático desta pesquisa cênica que o Teatro MiMO iniciou no processo de seus espetáculos As Lavadeiras e Mulieres, com nome ainda provisório de pseudo-butoh.

O esquete é composto de três quadros: a criação do mundo, a travessia e o jardim de cerejeiras, e nele versamos sobre o surgimento do mundo e o eterno ciclo de passagens do que se faz presente no efêmero das relações: passam as alegrias, as tristezas, as conquistas, os amores, as pessoas, o vivo e o não-vivo, e ao mesmo tempo que tudo se faz passagem, tudo se faz permanência.

Para o esquete o Mimo conta a participação das integrantes do Grupo Poéticas do Corpo: Maurileni Moreira e Imaculada Gadelha; e das alunas-atrizes do IFCE: Fátima Muniz, Goretti Smarandescu e Geane Albuquerque.

Estréia no FESFORT 2011 - dia 10 de maio no Sesc Iracema a partir das 19:00h

fotos do ensaio




segunda-feira, 18 de abril de 2011

sábado, 16 de abril de 2011

SAKURA MATSURI: O JARDIM DAS CEREJEIRAS

Iniciamos o processo de treinos para nosso novo experimento: Sakura MatsuRi: O jardim de cerejeiras. Como prática recorrente, a troca com outros artistas, o MiMO, nesse processo conta a participação do grupo de pesquisa e experimentação do IFCE, Poéticas do Corpo, grupo vinculado ao CNPQ, sob a orientação da Profa. Dra. Mônica Marçal. O Poéticas esta representado pelas alunas Maurileni Moreira e Imaculada Gadelha.

Constituindo ainda as trocas, participam do processo, os alunos Goreti Smarandescu, Geane Albuquerque, Fátima Muniz e Victor Hugo Portela. Segue um breve release do experimento.

O Jardim das Cerejeiras é uma das obras mais conhecidas do dramaturgo russo Anton Tchekhov, o título homônimo é dado ao fato da casa de Liubov Andreievna e Gaiev, seu irmão, ter um maravilhoso jardim com lindas cerejeiras. A propriedade será leiloada, devido às enormes dívidas adquiridas por ambos. A cara de espanto dos nobres que se negam a acreditar que sua familiar e tradicional propriedade foi para as mãos de outros proprietários, reflete a cara de um mundo que absolutamente não deseja compreender e aceitar o futuro.

Sakura Matsuri, a floração das cerejeiras, espetáculo belo da natureza no Japão, onde o seu simbolismo é celebrado por todos, relaciona-se então com essa metáfora, a metáfora cíclica da vida, do homem e sua passagem sobre a terra, o eterno retorno, o devir, as relações sociais, políticas e culturais que traçamos nas nossas 650 mil horas de vida estimada do homem brasileiro.

Surgido a partir dos treinos em mímica subjetiva, treinamento energético, e a dança-teatro butoh, Sakura Matsuri: O Jardim das cerejeiras enfatiza o trabalho corporal dos atores/performers na fruição de uma dramaturgia corporal e na descoberta de um qualidade corpo-tônica-energética observada em cada uma das linguagens acima citadas, para se debruçar sobre a efemeridade de todas as coisas que perpassam o mundo, desta forma, o esquete é um resultado prático desta pesquisa cênica que o Teatro MiMO iniciou no processo de seus espetáculos As Lavadeiras e Mulieres, com nome ainda provisório de pseudo-butoh.

O esquete é composto de três quadros: a criação do mundo, a travessia e o jardim de cerejeiras, e nele versamos sobre o surgimento do mundo e o eterno ciclo de passagens do que se faz presente no efêmero das relações: passam as alegrias, as tristezas, as conquistas, os amores, as pessoas, o vivo e o não-vivo, e ao mesmo tempo que tudo se faz passagem, tudo se faz permanência.