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O espetáculo é composto de quadros fragmentados seguindo uma dramaturgia fragmentada: a criação do mundo, a travessia, o jardim de cerejeiras e a colheita e nele versamos sobre o surgimento do mundo e o eterno ciclo de passagens do que se faz presente no efêmero das relações: passam as alegrias, as tristezas, as conquistas, os amores, as pessoas, o vivo e o não-vivo, e ao mesmo tempo que tudo se faz passagem, tudo se faz permanência.
Às 20h dia 12/10 no VII Festival de Teatro de Fortaleza
Teatro SESC Emiliano Queiroz sextas no Teatro da Praia.
Varre varre
Mulieres é um espetáculo que versa sobre o feminino, mas não sobre delicadeza. Em mulieres, temos uma tribo de “amazonas-orientais” com rituais próprios, norteadas pela deusa Aranha, responsável por fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos os indivíduos. Após seu nascimento, Okina perde-se na floresta e é resgatada pela rainha que a leva para a tribo. Em meio a ritos de passagens – puberdade, acasalamento etc – Okina vai seguindo seu destino e quebrando os dogmas dessa sociedade de mulheres. O espetáculo tem como ponto de partida a dramaturgia corporal, propondo um espetáculo imagético a partir da mímica, teatro físico, acrobacia e yôga.
CENTRO CULTURAL BANCO DO NORDESTE CARIRI
Dias 13/10 e 14/10 às 19h30 - Teatro BNB Cariri
Dia 15/10 às 19h - Teatro SESC Patativa do Assaré
Sakura Matsuri – O Jardim das Cerejeiras
O esquete é composto de três quadros: a criação do mundo, a travessia e o jardim de cerejeiras, e nele versamos sobre o surgimento do mundo e o eterno ciclo de passagens do que se faz presente no efêmero das relações: passam as alegrias, as tristezas, as conquistas, os amores, as pessoas, o vivo e o não-vivo, e ao mesmo tempo que tudo se faz passagem, tudo se faz permanência.
Sempre às 19h das sextas no Teatro da Praia.
Mulieres
Mulieres é um espetáculo que versa sobre o feminino, mas não sobre delicadeza. Em mulieres, temos uma tribo de “amazonas-orientais” com rituais próprios, norteadas pela deusa Aranha, responsável por fabricar, tecer e cortar aquilo que seria o fio da vida de todos os indivíduos. Após seu nascimento, Okina perde-se na floresta e é resgatada pela rainha que a leva para a tribo. Em meio a ritos de passagens – puberdade, acasalamento etc – Okina vai seguindo seu destino e quebrando os dogmas dessa sociedade de mulheres. O espetáculo tem como ponto de partida a dramaturgia corporal, propondo um espetáculo imagético a partir da mímica, teatro físico, acrobacia e yôga.
Sempre às 20h das terças no Teatro Dragão do Mar
A Incrível história do Poste que virou Árvore
A performance-vivência 'A Incrível História do Poste que Virou Árvore' é fruto da colaboração entre os grupos poéticas do corpo e teatro mimo (CE). Os dois grupos discutem caminhos que conectam o desenvolvimento integral do ser, e seu pertencimento, à totalidade através de experimentações estéticas de butoh e mímica corporal em contextos de não-lugares. A performance-vivência é um 'work-in-progress' de rua sobre o natural, o urbano, a afetividade, a midiatização, a arte, a vida e 'o que nao se dá nome' - um mosaico (segmentado mas complementar) sendo pensado numa cidade reinventada, religada ao todo.
Praça do Liceu do Ceará às 10h do dia 17
Av. Beira Mar em frente ao Náutico às 17h do dia 18
Praça da Igreja Redonda às 19h do dia 21
Praça da Igreja Matriz de Messejana às 10h do dia 24
Teaser:


O esquete é composto de três quadros: a criação do mundo, a travessia e o jardim de cerejeiras, e nele versamos sobre o surgimento do mundo e o eterno ciclo de passagens do que se faz presente no efêmero das relações: passam as alegrias, as tristezas, as conquistas, os amores, as pessoas, o vivo e o não-vivo, e ao mesmo tempo que tudo se faz passagem, tudo se faz permanência.
Como prática recorrente, a troca com outros artistas, o MiMO, nesse processo conta a participação do grupo de pesquisa e experimentação do IFCE, Poéticas do Corpo, grupo vinculado ao CNPQ, sob a orientação da Profa. Dra. Mônica Marçal. O Poéticas esta representado pelas alunas Maurileni Moreira e Imaculada Gadelha.
Constituindo ainda as trocas, participam do processo, os atores Goreti Smarandescu, Geane Albuquerque, Fátima Muniz e Victor Hugo Portela. Segue um breve release do experimento.
Contamos também com a colaboração do ator/performer David Limaverde, também integrante do Grupo Poéticas do Corpo, com suas pesquisas sobre o Butoh e o Land Movement.
SERVIÇO
Dia 10/05/11 no XV Fesfort - Festival de Esquetes de Fortaleza
Local: SESC/SENAC Iracema (ao lado do Dragão do Mar)
Horário: a partir das 19h.
Apoio: IFCE e Edital de intercâmbio entre grupos de Teatro da PMF.



Iniciamos o processo de treinos para nosso novo experimento: Sakura MatsuRi: O jardim de cerejeiras. Como prática recorrente, a troca com outros artistas, o MiMO, nesse processo conta a participação do grupo de pesquisa e experimentação do IFCE, Poéticas do Corpo, grupo vinculado ao CNPQ, sob a orientação da Profa. Dra. Mônica Marçal. O Poéticas esta representado pelas alunas Maurileni Moreira e Imaculada Gadelha.
Constituindo ainda as trocas, participam do processo, os alunos Goreti Smarandescu, Geane Albuquerque, Fátima Muniz e Victor Hugo Portela. Segue um breve release do experimento.
O Jardim das Cerejeiras é uma das obras mais conhecidas do dramaturgo russo Anton Tchekhov, o título homônimo é dado ao fato da casa de Liubov Andreievna e Gaiev, seu irmão, ter um maravilhoso jardim com lindas cerejeiras. A propriedade será leiloada, devido às enormes dívidas adquiridas por ambos. A cara de espanto dos nobres que se negam a acreditar que sua familiar e tradicional propriedade foi para as mãos de outros proprietários, reflete a cara de um mundo que absolutamente não deseja compreender e aceitar o futuro.
Sakura Matsuri, a floração das cerejeiras, espetáculo belo da natureza no Japão, onde o seu simbolismo é celebrado por todos, relaciona-se então com essa metáfora, a metáfora cíclica da vida, do homem e sua passagem sobre a terra, o eterno retorno, o devir, as relações sociais, políticas e culturais que traçamos nas nossas 650 mil horas de vida estimada do homem brasileiro.
Surgido a partir dos treinos em mímica subjetiva, treinamento energético, e a dança-teatro butoh, Sakura Matsuri: O Jardim das cerejeiras enfatiza o trabalho corporal dos atores/performers na fruição de uma dramaturgia corporal e na descoberta de um qualidade corpo-tônica-energética observada em cada uma das linguagens acima citadas, para se debruçar sobre a efemeridade de todas as coisas que perpassam o mundo, desta forma, o esquete é um resultado prático desta pesquisa cênica que o Teatro MiMO iniciou no processo de seus espetáculos As Lavadeiras e Mulieres, com nome ainda provisório de pseudo-butoh.
O esquete é composto de três quadros: a criação do mundo, a travessia e o jardim de cerejeiras, e nele versamos sobre o surgimento do mundo e o eterno ciclo de passagens do que se faz presente no efêmero das relações: passam as alegrias, as tristezas, as conquistas, os amores, as pessoas, o vivo e o não-vivo, e ao mesmo tempo que tudo se faz passagem, tudo se faz permanência.